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Convênio · Como funciona

Cirurgia ginecológica pelo convênio: o caminho da autorização

Histeroscopia, cirurgia de mioma, endometriose e DIU hormonal podem ser feitos pelo plano de saúde. O que muda não é a cirurgia — é o caminho até ela, e esse caminho tem regras e prazos.

CRM-SP 103798 RQE 24928 Ginecologia e Obstetrícia Av. Imirim 3125 · Imirim

Pacientes de toda a cidade, não só da zona norte

Nem todo serviço aceita convênio para cirurgia. Aqui, os procedimentos abaixo são solicitados ao convênio sempre que o plano prevê cobertura — e a consulta de avaliação é o ponto de partida.

O consultório fica no Imirim, mas a cirurgia acontece em hospital credenciado ao seu plano. Por isso recebe pacientes do Imirim, de Santana, da Casa Verde e também de bairros distantes, que chegam por uma razão prática: fazer o procedimento indicado sem sair do convênio.


O que é feito pelo convênio

ProcedimentoIndicação habitualRegime
Histeroscopia cirúrgicaPólipo endometrial, mioma submucoso, sinéquias, sangramento a esclarecerInternação eletiva
Miomectomia histeroscópica ou videolaparoscópicaMioma com sangramento, dor ou impacto na fertilidadeInternação eletiva
Videolaparoscopia para endometrioseDor pélvica, dismenorreia incapacitante, infertilidade associadaInternação eletiva
Inserção de DIU hormonal com sedaçãoContracepção e controle de sangramento, quando a inserção em consultório não é adequadaAmbiente hospitalar, com anestesia, por indicação clínica

Os procedimentos constam no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. A cobertura concreta depende do contrato, da rede do produto, de carências e de coparticipação — por isso a elegibilidade é verificada caso a caso.


Quais planos são atendidos

A lista de operadoras atendidas no consultório está publicada em Operadoras atendidas. Dentro de uma mesma operadora há produtos aceitos e não aceitos: as redes são segmentadas e a elegibilidade é individual.

  • Antes de confirmar a consulta, a secretaria consulta a elegibilidade pelo CPF ou pelo número da carteirinha.
  • Antes de solicitar a cirurgia, confere-se se o hospital pretendido está na rede do seu produto.
  • O que não é possível: garantir cobertura pelo site. A resposta definitiva é sempre da operadora.

Da indicação à cirurgia, passo a passo

  1. Consulta e exames A indicação cirúrgica nasce da avaliação clínica e dos exames de imagem. Sem isso não há pedido.
  2. Relatório médico e guia de solicitação O consultório prepara o relatório com a justificativa clínica, os códigos dos procedimentos e a lista de materiais; a guia é protocolada junto à operadora, pelo consultório ou pelo hospital.
  3. Análise da operadora A operadora pode aprovar, pedir complementação ou submeter o caso a auditoria médica. Materiais especiais (OPME) costumam ter análise separada — é a etapa que mais alonga o processo.
  4. Autorização emitida Com a senha de autorização em mãos, a data é marcada no centro cirúrgico do hospital credenciado.
  5. Pré-operatório e cirurgia Exames pré-operatórios, avaliação anestésica e orientações de jejum e acompanhante são passados antes da data.

Prazos regulados

A ANS fixa prazos máximos de atendimento, contados a partir do protocolo do pedido junto à operadora:

RegimePrazo máximo
Procedimento em hospital-dia10 dias úteis
Internação eletiva21 dias úteis
Procedimento de alta complexidade21 dias úteis

Pedido de complementação e análise de OPME podem reabrir a contagem. Por isso o relatório sai completo na primeira vez — reduz idas e vindas.


Antes de pedir a autorização

  • Carteirinha ativa e documento com foto.
  • Exames recentes — ultrassom, ressonância ou laudos anteriores, se já tiver. Evita repetir exame.
  • Regras do seu contrato — coparticipação, franquia e rede hospitalar. Vale ler ou perguntar à operadora antes.
  • Acompanhamento do protocolo — anote o número do pedido. Se o prazo estourar, é com ele que se reclama.

Se a operadora negar

A negativa precisa vir por escrito, com o motivo. A partir dela, o relatório pode ser complementado, a ouvidoria da operadora pode ser acionada e a reclamação pode ser registrada na ANS (Disque ANS 0800 701 9656), que abre um procedimento de intermediação com prazo próprio. O consultório orienta em cada etapa.

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica nem a leitura do seu contrato. Cobertura, rede e prazos variam conforme a operadora e o produto contratado.


Onde e quando

Endereço

Avenida Imirim, 3125 — Imirim, São Paulo — SP, 02465-400

Consultas

Segundas e quartas, no período da tarde · atendimento presencial


O que as pacientes perguntam

Meu plano cobre histeroscopia ou cirurgia de mioma?

Esses procedimentos constam no Rol da ANS, mas a cobertura concreta depende do contrato, da rede credenciada do seu produto, de carências e de coparticipação. Antes de agendar, o consultório consulta a elegibilidade pelo CPF ou pelo número da carteirinha e informa o que foi verificado.

Quanto tempo a operadora leva para autorizar a cirurgia?

A ANS fixa prazos máximos, contados do protocolo do pedido. Os procedimentos desta página são realizados em regime de internação eletiva, cujo prazo máximo é de 21 dias úteis. Materiais especiais (OPME) podem ter análise separada, o que costuma alongar o processo.

Preciso pagar alguma coisa por fora?

Quando o procedimento é autorizado, honorários, hospital e materiais aprovados seguem o contrato do plano. Coparticipação, franquia ou itens não cobertos, quando existem, são regras do seu contrato e são informados antes da cirurgia, nunca depois.

Moro longe do Imirim. Vale a pena?

A consulta e o pré-operatório são no consultório; a cirurgia é em hospital credenciado ao seu plano. Pacientes de outras regiões da cidade procuram o consultório justamente por fazer os procedimentos pelo convênio.

O que acontece se o plano negar?

A negativa deve vir por escrito, com o motivo. A partir dela é possível complementar o relatório, acionar a ouvidoria da operadora e registrar reclamação na ANS. O consultório orienta cada etapa.

O DIU hormonal com sedação é coberto?

O DIU hormonal consta no Rol da ANS. Quando há indicação clínica para a sedação, o consultório documenta a justificativa e solicita à operadora a realização em ambiente hospitalar, com anestesia — a cobertura depende da análise e da autorização do seu plano.


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